Vivo quando a noite desaba
Sob os ossos da memoria secular
Vivo antes que o tumulo em mim se abra
E enquanto vivo, em mim morro, a me andar
Vergonha, dor e tudo que a dor lavra
Meu se efêmero passa a chorar
Va alma eu morro, o eterno da palavra
Vivo enquanto o corpo perdurar
Na alma eu morro, o eterno da palavra
E no fundo o réquiem a tocar
Sob os ossos da memoria secular
Vivo antes que o tumulo em mim se abra
E enquanto vivo, em mim morro, a me andar
Vergonha, dor e tudo que a dor lavra
Meu se efêmero passa a chorar
Va alma eu morro, o eterno da palavra
Vivo enquanto o corpo perdurar
Na alma eu morro, o eterno da palavra
E no fundo o réquiem a tocar
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